
Por Outra Saúde
A ser realizada na próxima sexta-feira (28) no Rio de Janeiro, a 2ª Conferência Livre Nacional, Democrática e Popular de Saúde, promovida pela Frente pela Vida, será um momento de solidificar um programa atualizado para enfrentar os desafios do SUS à luz também da trajetória de lutas da Reforma Sanitária, argumentam seus articuladores da Frente pela Vida (FpV).
“Ela expressa toda uma história do movimento sanitário que, graças à ampla participação da sociedade, construiu a saúde como direito universal da cidadania e dever do Estado”, explica Lúcia Souto, membro da operativa da FpV e coordenadora do Mapa Colaborativo de Movimentos Sociais em Saúde (MapaMovSaúde).
“No momento crítico em que estamos vivendo, consideramos que é importante levarmos nossa agenda de um SUS 100% público, financiamento estável, a carreira de Estado para os profissionais da saúde, articulado com a questão ambiental e a soberania sanitária. É o momento de afirmar, com essa construção participativa que estamos fazendo, a democracia, a soberania e o bem-estar da sociedade brasileira”, defende Souto.